ESCLARECIMENTO AOS RESPONSÁVEIS ASSOCIATIVOS, POLÍTICOS E AO SERVIÇO CONSULAR NO REINO DA BÉLGICA E DO LUXEMBURGO APÓS O FUNERAL DO CIDADÃOS JORGINHO ZECA EM LIEGE/BÉLGICA


Meus irmãos e irmãs, caros compatriotas, estou indignado pela tomada da vossa posição em relação a minha proposta sem razão nenhuma de retorgar-me.

Não tenho nenhuma ambição nem sequer pretenção de obstruir alguem, nem de lacunas, longe daí, porque sou batalhador, trabalhador e responsável assumido.

Sou aquele jovem que encorajou e desejou a mudança, a evolução e a convivência mútua e harmoniosa  da nossa comunidade radicada fora do país, como vocação primâria da criação da "UAB". Cujam as suas acçôes são financiadas por mim próprio. Raro pedir esmolas ou favor a qualquer que seja, porque sempre lutei para a autosuficiência da minha família. 

Pessoalmente estou bem sucedido como homem profissional e pai de 5 filhos e sou casado, mas também nunca fui nem oportunista nem egocêntrico e pouco mais altruista.

A minha iacção não foi nada de reversível apenas enquadra-se no quadro organizacional na dignidade da nossa embaixada.

Explico-me:
 No dia 09/07, recebemos a notícia do falecimento do nosso irmão que em vida era conhecido por " JORGINHO" que hospedava na cidade de Liège mas uma semana antes do seu desaparecimento fisíco, fui um mentor pulpucionador na minha modestia e como representade da referida comunidade,incentivei a comunidade afim de solidarizar-se com o nosso irmão, hoje malogrado. E estive frequentemente em contacto com o irmão Júlio como nunca, no sentido de engariarmos fundos e enterrar o nosso irmão condignamente como todo qualquer cidadão do mundo e estive obviamente engajado para cumprir este dever patriótico e como representante associativo mas visto a atial conjuntura, não conseguimos cumprir esta boa fé, por falta de colaboração com a maioria dos angolanos.

Apesar disso, no dia do enterro, eu pós o meu automóvel em disposição e transportei mais quatro pessoas até ao cemitério de Liège. Fui igualmente eu quem encorajei o irmão Júlio para ebcontrar um espaço para onde passariamos um pequeno tempo e rendermos a última homenagem do nosso irmão e assim foi.

No mesmo dia, dirigimo-nos directamente no cemitério como previsto e no fim do velório, fomos dirigidos para um local onde deveriamos partilhar pelo menos um copo de água num estílo de tristeza e memorial entre irmãos da mesma terra a homenagem do malogrado.

Mas após termos tomado lugar neste local reservado especialmente para o velório do nosso irmão, ro irmão Júlio tomou a palavra e disse: caros companheiros cá presentes, infelizmente eu não teve qualquer apoio nem dos amigos nem da Embaixada, para poder vos sustentar, por isso, é uma obrigação a cada um de nós de poder contribuir afim de podermos consumir algum sumo ou água.

Pela curiosidade, o senhor  Massunguna da Silva Pedro, tirou o sexto que encontrava-se numa das mesas, colocou a frente de nós e ele foi o primeiro a iniciar a contribuição, e foi assim que cada um de nós colocou a sua mâo no bolso e contribuiu. Isto é de relembrar que o Senhor em colaboração com as mamas angolanas do Liège, preparam alguns alimentos.

Isto é, no dia 23 de julho de 2020 em Liége. E depois daí, cada um voltou para a sua casa. Mas pelo bem senso, o Senhor Júlio e a sua esposa, convidaram-nos na sua casa e reconheço que fomos bem recebidos.

Isto é, alguns dias após o enterro do nosso irmão, como cidadão angolano, telefonei os nossos serviços diplomâticos ou consulares afim de repudiâ-los contra este tipo de comportamento e de falta de assistência aos cidadãos que encontram-se em necessidades mais surprendentemente, os nossos serviços consulares, confirmaram-me de terem apoiado o irmão Júlio com um valor minímo de 500€.

Meus irmãos, eu não tenho problemas com a comunidade nem com o irmão Jùlio mas é questão de transparência, de sigílo e de ética, como irmãos e responsáveis políticos, civícos e associativos.

Foi também óptica que eu superior ao irmão Jùlio depois de ter me informado que este apoio chegou apenas no dia 31/07 a sua disposição.

Jâ que vinhamos enterrado o malogrado no dia 23/07/2020

Caso contrário, pondero e peço as minhas sinceras, a todos aqueles e aquelas que sintam lesados por amor de Cristo nosso Senhor e Salvador.

Com a elevada estima e consideração

André Boaz
Presidente da UAB


Meus irmãos e irmãs, caros compatriotas, estou indignado pela tomada da vossa posição em relação a minha proposta sem razão nenhuma de retorgar-me.

Não tenho nenhuma ambição nem sequer pretenção de obstruir alguem, nem de lacunas, longe daí, porque sou batalhador, trabalhador e responsável assumido.

Sou aquele jovem que encorajou e desejou a mudança, a evolução e a convivência mútua e harmoniosa  da nossa comunidade radicada fora do país, como vocação primâria da criação da "UAB". Cujam as suas acçôes são financiadas por mim próprio. Raro pedir esmolas ou favor a qualquer que seja, porque sempre lutei para a autosuficiência da minha família. 

Pessoalmente estou bem sucedido como homem profissional e pai de 5 filhos e sou casado, mas também nunca fui nem oportunista nem egocêntrico e pouco mais altruista.

A minha iacção não foi nada de reversível apenas enquadra-se no quadro organizacional na dignidade da nossa embaixada.

Explico-me:
 No dia 09/07, recebemos a notícia do falecimento do nosso irmão que em vida era conhecido por " JORGINHO" que hospedava na cidade de Liège mas uma semana antes do seu desaparecimento fisíco, fui um mentor pulpucionador na minha modestia e como representade da referida comunidade,incentivei a comunidade afim de solidarizar-se com o nosso irmão, hoje malogrado. E estive frequentemente em contacto com o irmão Júlio como nunca, no sentido de engariarmos fundos e enterrar o nosso irmão condignamente como todo qualquer cidadão do mundo e estive obviamente engajado para cumprir este dever patriótico e como representante associativo mas visto a atial conjuntura, não conseguimos cumprir esta boa fé, por falta de colaboração com a maioria dos angolanos.

Apesar disso, no dia do enterro, eu pós o meu automóvel em disposição e transportei mais quatro pessoas até ao cemitério de Liège. Fui igualmente eu quem encorajei o irmão Júlio para ebcontrar um espaço para onde passariamos um pequeno tempo e rendermos a última homenagem do nosso irmão e assim foi.

No mesmo dia, dirigimo-nos directamente no cemitério como previsto e no fim do velório, fomos dirigidos para um local onde deveriamos partilhar pelo menos um copo de água num estílo de tristeza e memorial entre irmãos da mesma terra a homenagem do malogrado.

Mas após termos tomado lugar neste local reservado especialmente para o velório do nosso irmão, ro irmão Júlio tomou a palavra e disse: caros companheiros cá presentes, infelizmente eu não teve qualquer apoio nem dos amigos nem da Embaixada, para poder vos sustentar, por isso, é uma obrigação a cada um de nós de poder contribuir afim de podermos consumir algum sumo ou água.

Pela curiosidade, o senhor  Massunguna da Silva Pedro, tirou o sexto que encontrava-se numa das mesas, colocou a frente de nós e ele foi o primeiro a iniciar a contribuição, e foi assim que cada um de nós colocou a sua mâo no bolso e contribuiu. Isto é de relembrar que o Senhor em colaboração com as mamas angolanas do Liège, preparam alguns alimentos.

Isto é, no dia 23 de julho de 2020 em Liége. E depois daí, cada um voltou para a sua casa. Mas pelo bem senso, o Senhor Júlio e a sua esposa, convidaram-nos na sua casa e reconheço que fomos bem recebidos.

Isto é, alguns dias após o enterro do nosso irmão, como cidadão angolano, telefonei os nossos serviços diplomâticos ou consulares afim de repudiâ-los contra este tipo de comportamento e de falta de assistência aos cidadãos que encontram-se em necessidades mais surprendentemente, os nossos serviços consulares, confirmaram-me de terem apoiado o irmão Júlio com um valor minímo de 500€.

Meus irmãos, eu não tenho problemas com a comunidade nem com o irmão Jùlio mas é questão de transparência, de sigílo e de ética, como irmãos e responsáveis políticos, civícos e associativos.

Foi também óptica que eu superior ao irmão Jùlio depois de ter me informado que este apoio chegou apenas no dia 31/07 a sua disposição.

Jâ que vinhamos enterrado o malogrado no dia 23/07/2020

Caso contrário, pondero e peço as minhas sinceras, a todos aqueles e aquelas que sintam lesados por amor de Cristo nosso Senhor e Salvador.

Com a elevada estima e consideração

André Boaz
Presidente da UAB

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